
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
[Escrever é sangrar]

quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Cerimônia.
"Oh! Eu arrebentaria a todos, sem misericórdia,
Deus sabe, tem de ser dessa vez, assistindo-aAs coisas que ela disse,As vezes que ela chorou,Tão frágil para acordar dessa vez."
............HA!HA!HA!HA!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Nem tanto moderado.
Entupir-me de remédios anti-isso-e-anti-aquilo, não me faz viver tão melhor quanto eu gostaria, talvez eu necessite seriamente de mágica, ou de ópio.
Tudo parece tão fácil para quem está fora, tudo parece tão fácil!
E eu fico extremamente puta com isso. Sério.
Torna-te mais vivo, e fala da minha vida. Experiência própria.
Não cuspa mais na minha face quando a tua cara é somente a saliva.
Eu continuo afirmando desde os tempos mais remotos da minha vida de blog que, a vida é uma puta, e daquelas bem proxenetas do Brás. HAHAHAHA. E eu sou uma puta cagada.
Eu falava sério quando disse que gostaria de uma colher de torazina.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
DELETAR.

Eu te explico o que é sangrar na valeta, eu te explico o que é sentir VAZIO.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
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quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Ela não te ama como eu te amo
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
você está perdida, me diga quem é você
Princesa e puta, não dou a mínima aos clichês - eu sou um grande clichê - Clichê da cocaína, da codeína, do café, da rua invadida por ratos, de sexo barato, de garrafas amargas de conhaques falsificados. Sou minha protagonista numa novela que ninguém vê: vinte anos ou quarenta, quem é você?
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Be my Hell...
- Ok babie, vamos à praia.
-Tá bom.
[...]
- O que você está fazendo?
- Ah, estou voltando, tá muito frio pra ir à praia, vamos ficar em NY.
-Tá bom, querido, vamos ficar.
[...]
- Ah, vamos para a praia, o que vamos fazer aqui em NY?
- Babie, eu faço o que você quiser.
- Ok, vamos para a praia.
[...]
- Ah, pensando bem, é mehor ficarmos em NY, não tem ninguém na praia com esse tempo...
- AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH...SAIA DO CARRO!!!!
- O quê?
- Eu disse: Saia do carro!
- Mas o carro é meu!
- Agora é meu!
[YOU MAKE ME_________]
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Só quero dizer que ele era español....
Quem escreve o quê?
Talvez, seja literário demais, ou até mesmo marginal. Que seja! Talvez isso tudo não tenha nada a ver com quem escreve, só é um frágil hábito de escrever romances ultrapassados. Sou muito Caio F; muito Arturo Bandini; muito Bukowski: tudo de uma vez só, inunda corações prematuros. Sou até um pouco Christiane F: Meu senso crítico sempre tão limítrofe...
Então, não tentem matar a charada: Eu escrevo histórias. Concretas? Não sei.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
o que posso fazer?
Meu coração parte em quatrocentos mil pedacinhos quando procuro afoga-lo na dor da suas palavras "novembrianas" - àquelas palavras que não posso nem ao menos cobrar-te consideração a mim. Vez ou outra gosto de sofrer descobrindo-as, algumas batem mais fundo ao peito, e não tenho o direito de ligar na sua casa dizendo o quanto te odiei e ás vezes ainda odeio por elas.
Meu coração parte em mil pedacinhos quando lembro-me das palavras que costumávamos a trocar, e nunca mais serão trocadas, eu sei, elas não existem mais. - Não de minha parte, pois as mantenho tão vivas, que às vezes você me dói de te-las deixado morrer.
Talvez é assim que deve ser, devemos deixar morrer esses sentimentos que nos inundam tão desenfreadamente, que não nos deixa viver no spleen, mas me pergunto a todo instante, será que só eu vivo de sentimentos tão exagerados, será que essa dor é só minha?
Continuo sofrendo por ser assim... Eu não pedi, não me culpem. Entendam.
Eu não quero ser assim, masoquista.
sábado, 1 de agosto de 2009
Galway Girl

Eu tô com meu coração tão piegas!...talvez seja porque eu vi um filme tão triste e maravilhosamente brega sem ter tomado meu antidepressivo...hahahaha. Eu sei que é só um filme e nada mais, mas é tudo tão injusto. Por que ele tinha que morrer? Ele era bom, e ela precisava dele, sabia? Como as pessoas simplesmente pedem para que você siga em frente sem alguém que te faz falta, como se essa pessoa não existisse mais, é tão doentio saber que vamos perder as pessoas e mesmo assim devemos continuar, sem o direito de parar, de enlouquecer, desistir.
É um post CAFONA, e daí? Se não pudesse nunca ser um pouquinho, eu estaria na espécie errada - seria um pato. hahahaha...[ps- eu te amo]
quinta-feira, 30 de julho de 2009
GO, Bandini, GO!
"Arturo Bandini, consegue ferir as pessoas. E fere justamente porque somos iguais. Bandini passa fome, é um cara triste. Não sabe o que quer. Tem medo. Uma prostituta o interpela, ele dá todo o dinheiro dele e vai embora. Não consegue dizer não e pegar o dinheiro. Ou pagar e, perdoem-me, fudê-la. Bandini é indeciso. Sonha com a coragem e o sucesso. Pensa em Camilla e quando a encontra, deixa tudo correr por entre os dedos.
Fante mete o dedo, praticamente o braço inteiro, na ferida: as pessoas, a humanidade, todos são inseguros e brincam de “confiança”. Ter medo de morrer sozinho, de fracassar na profissão, de não alcançar os sonhos, de morrer de uma doença ridícula, de ter que voltar pra casa com o rabo entre as pernas. A civilização corrói. E as pessoas fingem que isso não dói."
Fante ou Bandini? Eu não sei, mas de qualquer jeito é real em mim, e por ser assim, sou tão Bandini que às vezes me assusto com meu próprio EU. A única diferença é que, certamente Bukowski não diria ter-me achado como ouro no lixo. Talvez um dia eu consiga raciocinar algo, e parar de comprar receitas de codeína, escrever besteiras, admirar escritores e acabar com minha vida.
' E não adianta perguntar ao pó '
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Parque das Agulhas
O melhor do filme é não esperar absolutamente nada de ninguém. Não há essa espectativa, nem melhoras, esse não é o objetivo. O único objetivo, talvez pavoroso, é testar até onde vai seu amor por alguém, até qual profundidade do poço pode chegar uma relação entre duas pessoas. Primeiro o parque, depois as agulhas, a prostituição, até chegar a traição. E apesar de tudo, de até ser dedurado e preso por alguém que você depositou seu resto de amor, continuam sempre ali, lado a lado. No fundo não há outra opção mesmo, não há mais ninguém para se apoiar, e a única frase a ser dita é: "E aí?"
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Sable Starr também sofre.
E enquanto riem de você por cortar-se com giletes cegos, choramos por incompreensão. Dói, não é? O mundo partido ao meio, uma facada no estômago. O "EU" está tão cansado! EU, EU, EU, EU. O que mais além de "eu"? O que há de errado? Por que do outro lado da linha a voz diz não posso, não dá, outra hora, quem é você? Sable Starr também sofre com seu livro de recortes nas mãos, tantos beijos a quem prometeu não prometer nada, tanta saliva e tanta dor. O mundo não merece nossa pena.
domingo, 12 de julho de 2009
[Esse é seu dia]
quinta-feira, 2 de julho de 2009
[Ao vivo ela chorou]
Show me the wayTo the next whiskey bar
Oh, don't ask why
Oh, don't ask why